sábado, 12 de outubro de 2013

Encerrando ciclos


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. 

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? 
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? 
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? 

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. 

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. 

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. 

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Desabafo.

Sabe aquele aperto no coração? aquela sensação estranha que você não sabe muito bem se é boa ou ruim? Aquilo que está ali a muito tempo e você não consegue se livrar...? 
Aquele aperto que vai apertando cada vez mais, que de vez em quando afrouxa um pouco, te deixa respirar e te dá uma aparente sensação de  felicidade, mas que depois volta a apertar mais ainda te sufocando cada vez mais como se todo ar do espaço que você está não fosse suficiente pra fazer isso parar. Você respira normalmente, mas é como se não fizesse nenhum efeito. Você se sente meio... troncha, meio trocha também. Aí você percebe que o aperto não é só no peito, mas no estomago também... Não entendo a relação dos dois nesse sentimento, mas é isso...Quase uma infecção generalizadas nos órgãos todos, coração, estômago, pulmões, até seu cérebro! Aí você para e pensar... puta que pariu vai ser uma noite longa, daquelas! 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

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Quando você tem uma dor física e você a ignora com o tempo ela para de doer.

 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

beeeey

Hello, meu bloguinho mas lindo e que ninguém ler... Mas enfim, paciência neh?
Então, faltam 10 dias para Beyoncé desembarcar aqui!!! AHHHHHHHH!! Vai ser massa.
Mas não é isso que eu quero escrever, mas o que eu quero escrever não escreverei AQUI. 
Eu poderia até escrever aqui, mas não vou, nem sei se vou escrever agora... que saco essa vida de sem myspace graças ao myspace, infeliz!!!! :@

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

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São muitos os desafios que temos para conseguir fazer com que a segurança do trabalho realmente funcione neste país. Mais um deles, principalmente, acredito que seja o comprometimento dos profissionais em entender e fazer segurança. Pois muitos ainda resistem e acham que é uma perca de tempo colocar o cinto pra subir em altura, usar aquela mascara de solda que incomoda, escutar e absorver as informações que é passada diariamente no DDS, praticar o que é dito em treinamentos e palestras... Enfim, acho que o maior desafio é fazer com que o colaborador faça segurança por livre e espontânea vontade e não só porque é obrigado. Fazer da segurança um hábito.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Morir.



Porque ya no estoy aquí... Morir, morir en el dia que te fuiste asi de mi, no estoy... Camino por las calles sin pensar, imposible escuchar, abrazar sin sentir, soy el unico muerto que puede caminar. 

#FATO.



A gente sempre deixa de cuidar do que já tem na mão. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Terrible Love - Birdy




Totalmente viciada nessa música, principalmente na parte: "It takes an ocean not to break... 
It takes an ocean not to break...  It takes an ocean not to break , It takes an ocean not to break" 




Link

terça-feira, 30 de julho de 2013

Birdy

Birdy (nascida Jasmine van den Bogaerde15 de maio de 1996), é uma cantora inglesa. Ela ganhou a competição de música Open Mic UK em 2008, com 12 anos de idade. A sua versão de "Skinny Love" de Bon Iver foi lançada em janeiro de 2011, atingindo o Top 20 da UK Singles Chart e em alguns países da Europa. Seu álbum de estreia Birdy foi lançado em 7 de novembro de 2011.